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  • Permissões de Aplicativos: O Que Você Deve Verificar Antes de Aceitar

    Permissões de Aplicativos: O Que Você Deve Verificar Antes de Aceitar

    Ao instalar um aplicativo no celular, é comum aparecer uma sequência de solicitações de acesso à câmera, microfone, localização, contatos, fotos, arquivos e outros recursos. Em muitos casos, o usuário simplesmente toca em “Permitir” para continuar, sem analisar exatamente o que está sendo solicitado.

    Esse hábito pode ser inconveniente principalmente quando a permissão não tem relação clara com a função do aplicativo. Por isso, entender como funcionam as permissões de aplicativos é uma etapa importante para melhorar a privacidade e manter maior controle sobre os dados armazenados no smartphone.

    Android e iPhone oferecem ferramentas próprias para revisar e alterar esses acessos. No Android, o Painel de Privacidade mostra quais aplicativos acessaram determinadas permissões e quando isso aconteceu. No iPhone, os controles de Privacidade e Segurança permitem revisar o acesso a informações, sensores e recursos do dispositivo. Saiba mais sobre o Painel de Privacidade do Android e consulte os controles oficiais de privacidade do iPhone.

    Antes de aceitar uma permissão, pare e confira o motivo.

    Revise quais dados ou recursos o aplicativo pretende acessar e conceda somente o que for necessário para utilizar a função desejada.

    Gerenciar permissões no Android

    Gerenciar permissões no iPhone

    O que são permissões de aplicativos?

    Permissões são autorizações que permitem que um aplicativo utilize determinadas funções ou informações do dispositivo. Dependendo do sistema operacional e da versão instalada, um aplicativo pode solicitar acesso à câmera, microfone, localização, contatos, calendário, fotos, arquivos, sensores, notificações e outros recursos.

    No Android, por exemplo, as permissões podem incluir câmera, contatos, localização, microfone, fotos e vídeos, dispositivos próximos, atividade física e dados relacionados à saúde. O sistema permite alterar essas autorizações individualmente nas configurações do aplicativo. Confira a lista oficial de permissões do Android.

    No iPhone, o usuário também pode controlar individualmente o acesso de aplicativos a categorias como Fotos, Contatos, Calendários, Localização, Bluetooth, Microfone e Câmera. Veja os controles de privacidade da Apple.

    Quais permissões merecem mais atenção?

    Não existe uma lista universal de permissões “perigosas”. O contexto é o mais importante. Uma autorização pode ser perfeitamente necessária em um aplicativo e completamente desnecessária em outro.

    • Câmera: faz sentido para aplicativos de fotografia, videoconferência ou leitura de códigos.
    • Microfone: pode ser necessário para chamadas, gravação de áudio e comandos de voz.
    • Localização: é relevante para mapas, navegação, transporte e determinadas funções baseadas em localização.
    • Contatos: pode ser útil em aplicativos de comunicação, mas merece atenção quando solicitado por serviços que não precisam dessa informação.
    • Fotos e vídeos: pode ser necessário para editores, redes sociais e serviços de armazenamento.
    • Arquivos: deve ser analisado especialmente quando o aplicativo não possui uma justificativa evidente para acessar documentos armazenados no aparelho.
    • Dispositivos próximos: pode ser necessário para conectar acessórios ou outros dispositivos compatíveis.

    A pergunta principal deve ser: “Esse acesso é realmente necessário para a função que quero utilizar?”

    Como verificar permissões no Android

    O Android oferece diferentes caminhos dependendo da fabricante e da versão do sistema. Em versões compatíveis, o usuário pode acessar as configurações do aplicativo para visualizar e modificar suas permissões.

    1. Abra Configurações no smartphone.
    2. Acesse Aplicativos.
    3. Selecione o aplicativo que deseja analisar.
    4. Toque em Permissões.
    5. Confira quais acessos estão permitidos, negados ou disponíveis.
    6. Altere as permissões de acordo com a necessidade.

    Em aparelhos compatíveis, o Painel de Privacidade também permite verificar quais aplicativos acessaram determinadas categorias de dados e quando esses acessos ocorreram. No Android 13, por exemplo, o painel pode mostrar atividades dos últimos sete dias; no Android 12, a visualização indicada pelo Google cobre as últimas 24 horas. Consultar o guia oficial do Android.

    Como verificar permissões no iPhone

    No iPhone, os controles ficam concentrados principalmente em Ajustes > Privacidade e Segurança. A partir dessa área, é possível escolher categorias de informação e verificar quais aplicativos receberam acesso.

    1. Abra Ajustes.
    2. Toque em Privacidade e Segurança.
    3. Escolha uma categoria, como Câmera, Microfone, Fotos ou Localização.
    4. Veja quais aplicativos solicitaram acesso.
    5. Ative ou desative o acesso individualmente.

    A Apple também oferece o Relatório de Privacidade dos Apps, que pode mostrar a frequência com que aplicativos acessam dados e sensores, além de informações sobre atividade de rede. O recurso está disponível no iOS 15.2 ou posterior e no iPadOS 15.2 ou posterior. Consultar o Relatório de Privacidade dos Apps.

    Permitir, negar ou perguntar novamente?

    Quando um aplicativo solicita uma permissão, não é necessário aceitar automaticamente. Se o acesso não for necessário naquele momento, você pode recusá-lo e verificar posteriormente se alguma função realmente depende dele.

    Também é importante observar que negar uma permissão pode limitar determinada funcionalidade. Um aplicativo de câmera, por exemplo, naturalmente precisará de acesso à câmera para fotografar. O objetivo não é bloquear todos os acessos, mas conceder cada permissão de maneira consciente.

    O que acontece se eu negar uma permissão?

    Normalmente, o aplicativo continuará funcionando nas funções que não dependem daquele acesso. Entretanto, determinados recursos podem deixar de funcionar ou solicitar a permissão novamente quando forem utilizados.

    Por isso, não é necessário interpretar toda solicitação como um sinal de problema. O mais importante é analisar a relação entre a função solicitada e o recurso que o aplicativo pretende acessar.

    Como identificar solicitações suspeitas

    Alguns pedidos merecem uma análise mais cuidadosa quando parecem incompatíveis com a finalidade do aplicativo. Um aplicativo simples, por exemplo, que exige acesso amplo a informações sem explicar claramente a necessidade merece atenção adicional.

    • Verifique a descrição do aplicativo na loja oficial.
    • Leia a política de privacidade quando houver dúvidas.
    • Confira as informações de segurança e tratamento de dados apresentadas na loja.
    • Desconfie de aplicativos que pressionam você a conceder acessos sem explicar sua finalidade.
    • Evite instalar aplicativos de fontes desconhecidas quando uma versão oficial estiver disponível.

    No Google Play, a seção Segurança dos dados foi criada para apresentar informações sobre coleta e compartilhamento de dados declaradas pelo desenvolvedor. O Google exige que essas informações sejam mantidas atualizadas e consistentes com as divulgações de privacidade do aplicativo. Saiba como funciona a Segurança dos dados do Google Play.

    Vale a pena revisar permissões antigas?

    Sim. Um aplicativo pode receber uma permissão hoje e continuar com ela meses depois, mesmo que você não utilize mais aquela função. Fazer uma revisão periódica ajuda a manter o dispositivo organizado e reduzir acessos desnecessários.

    No Android, o Google Play Protect pode redefinir automaticamente determinadas permissões de aplicativos que não são utilizados há três meses. O comportamento pode variar conforme o aplicativo e a configuração do dispositivo. Veja as informações oficiais sobre permissões de aplicativos não utilizados.

    Dicas para ter mais controle sobre sua privacidade

    • Não aceite automaticamente: leia a solicitação antes de tocar em permitir.
    • Revise aplicativos antigos: remova acessos que não fazem mais sentido.
    • Prefira lojas oficiais: Google Play e App Store oferecem mecanismos próprios de revisão e informações sobre aplicativos.
    • Leia a política de privacidade: principalmente antes de fornecer informações sensíveis.
    • Use os painéis de privacidade: eles ajudam a identificar acessos que você talvez não lembrasse de ter autorizado.
    • Mantenha o sistema atualizado: atualizações podem trazer novos controles e mecanismos de proteção.

    Permissões significam que o aplicativo está espionando você?

    Não necessariamente. Uma permissão significa que o sistema autorizou determinado aplicativo a acessar um recurso ou informação dentro das condições estabelecidas pelo sistema operacional.

    O contexto continua sendo fundamental. Além da permissão concedida, é importante observar a política de privacidade, as informações apresentadas na loja e o comportamento do aplicativo. No iPhone, por exemplo, o Relatório de Privacidade dos Apps fornece informações adicionais sobre acesso a dados e sensores e sobre atividade de rede. Saiba mais no suporte da Apple.

    Conclusão

    As permissões de aplicativos são uma parte importante da segurança e da privacidade dos smartphones modernos. Câmera, microfone, localização, contatos, fotos e arquivos podem ser recursos legítimos para determinadas funções, mas isso não significa que todo aplicativo precise de acesso a tudo.

    Em vez de aceitar cada solicitação automaticamente, vale analisar o motivo, conceder somente o necessário e revisar periodicamente os acessos existentes. Android e iPhone oferecem ferramentas próprias para realizar esse controle, permitindo que o usuário tenha uma participação mais ativa na proteção de seus dados.

    Quanto mais você entende o que cada permissão representa, mais fácil fica identificar solicitações coerentes, limitar acessos desnecessários e tomar decisões melhores antes e depois de instalar um aplicativo.

    Revise agora as permissões dos aplicativos instalados no seu celular.

    Use os controles oficiais do seu sistema para verificar quais aplicativos têm acesso à câmera, microfone, localização, fotos, contatos e outros dados.

    Gerenciar permissões no Android

    Gerenciar privacidade no iPhone

    Consultar o Relatório de Privacidade dos Apps

  • Como Ativar a Verificação em Duas Etapas e Proteger Suas Contas

    Como Ativar a Verificação em Duas Etapas e Proteger Suas Contas

    Senhas fortes são importantes, mas já não são suficientes para proteger todas as contas digitais. E-mail, redes sociais, serviços de armazenamento, bancos, lojas online e plataformas de trabalho podem concentrar informações pessoais e dados importantes. Por isso, aprender como ativar verificação em duas etapas é uma das medidas mais simples para aumentar a segurança de uma conta.

    Homem ativa a verificação em duas etapas para reforçar a segurança das suas contas.

    A verificação em duas etapas, também chamada de autenticação de dois fatores ou 2FA, adiciona uma segunda confirmação ao login. Assim, mesmo que alguém descubra sua senha, ainda precisará superar outra etapa de autenticação para acessar a conta. Google, Apple e Microsoft oferecem mecanismos próprios para esse tipo de proteção.

    Ative a verificação em duas etapas para proteger suas contas

    A melhor estratégia é começar pelas contas mais importantes e depois ativar a proteção nos demais serviços que oferecem o recurso. Entre elas estão a conta principal de e-mail, armazenamento em nuvem, redes sociais, plataformas financeiras e contas utilizadas para trabalho.

    Mais segurança para seus logins
    Ative a autenticação de dois fatores diretamente nas configurações oficiais da sua conta e escolha um método de verificação confiável.

    Ativar a verificação em duas etapas no Google

    Ativar a autenticação de dois fatores da Apple

    Ativar a verificação em duas etapas da Microsoft

    O que é a verificação em duas etapas?

    A verificação em duas etapas exige mais de uma evidência para confirmar que é realmente você quem está tentando entrar. Normalmente, a primeira etapa é a senha. A segunda pode ser uma notificação no celular, um código gerado por aplicativo autenticador, uma chave de segurança, uma chave de acesso ou outro método disponibilizado pelo serviço.

    Esse mecanismo reduz significativamente o risco associado ao roubo de senhas. A própria documentação do Google explica que uma segunda etapa ajuda a proteger a conta mesmo quando outra pessoa consegue descobrir a senha.

    Principais recursos de segurança

    Os métodos disponíveis variam de acordo com o serviço, país, dispositivo e tipo de conta. Entre as opções mais comuns estão:

    • Aplicativos autenticadores: geram códigos temporários usados durante o login.
    • Notificações no celular: permitem aprovar ou bloquear uma tentativa de acesso.
    • Chaves de segurança: dispositivos físicos utilizados como fator adicional de autenticação.
    • Chaves de acesso: permitem autenticação usando recursos como biometria ou bloqueio de tela em dispositivos compatíveis.
    • Códigos de recuperação: podem ajudar a recuperar o acesso quando o método principal não está disponível.

    Para quem busca proteção mais resistente a phishing, chaves de segurança e determinados métodos sem senha podem oferecer vantagens adicionais. A CISA destaca o uso de aplicativos autenticadores e chaves físicas como formas de autenticação multifator.

    Compatibilidade com diferentes dispositivos e serviços

    A autenticação em duas etapas não depende de um único sistema operacional. Ela pode estar disponível em contas acessadas por Android, iPhone, iPad, Mac, Windows e navegadores da web, dependendo do serviço utilizado.

    • Contas Google em Android, iPhone, iPad e computadores.
    • Contas Apple em iPhone, iPad e Mac.
    • Contas Microsoft em computadores e dispositivos móveis.
    • Aplicativos e serviços que oferecem autenticação por aplicativo autenticador.
    • Serviços compatíveis com chaves de segurança ou chaves de acesso.

    É importante verificar a disponibilidade diretamente no serviço utilizado, pois determinados métodos podem variar conforme o país, região, tipo de conta ou plataforma.

    Como ativar verificação em duas etapas passo a passo

    Embora os menus mudem entre plataformas, o processo geralmente segue uma lógica semelhante:

    1. Acesse a conta oficial do serviço e faça login.
    2. Abra a área de Segurança, Privacidade ou configurações da conta.
    3. Procure por Verificação em duas etapas, Autenticação de dois fatores ou MFA.
    4. Selecione o método de autenticação disponível que deseja utilizar.
    5. Siga as instruções apresentadas na tela para concluir a configuração.
    6. Cadastre uma alternativa de recuperação, quando o serviço permitir.
    7. Faça um teste de login para confirmar que a segunda etapa está funcionando.

    No Google, por exemplo, o caminho passa pela Conta do Google, pela área de segurança e pela opção de ativar a verificação em duas etapas. A Apple oferece a configuração em “Início de Sessão e Segurança”, enquanto a Microsoft disponibiliza a função na área de segurança da conta.

    Prós e contras

    • Vantagem: adiciona uma camada de proteção além da senha.
    • Vantagem: dificulta o acesso de terceiros que tenham descoberto a senha.
    • Vantagem: pode oferecer métodos mais resistentes a phishing.
    • Vantagem: normalmente funciona em diferentes dispositivos.
    • Desvantagem: o login pode exigir uma etapa adicional.
    • Desvantagem: perder o celular ou o método de autenticação pode dificultar a recuperação.

    Quais são as principais limitações?

    Ativar a proteção não significa que a conta ficou completamente imune a ataques. Golpes de phishing, roubo do dispositivo, engenharia social e perda dos métodos de recuperação continuam sendo riscos importantes.

    Também é necessário planejar a recuperação. A Microsoft, por exemplo, informa que perder o método de contato pode dificultar o acesso e recomenda manter mais de uma informação de segurança associada à conta.

    A verificação em duas etapas é gratuita?

    Na maioria dos grandes serviços, a ativação da autenticação de dois fatores faz parte dos recursos de segurança da própria conta e não exige uma assinatura específica. Entretanto, podem existir custos indiretos em determinados métodos, como tarifas da operadora para mensagens, ou custos quando o usuário decide adquirir uma chave física de segurança.

    Por isso, antes de escolher um método, vale verificar quais opções aparecem na sua própria conta e quais alternativas de recuperação estão disponíveis.

    Dicas para aproveitar melhor a proteção

    • Não compartilhe códigos: códigos de autenticação são pessoais e não devem ser enviados a terceiros.
    • Tenha uma alternativa: quando possível, configure outro método de recuperação.
    • Guarde códigos de recuperação com segurança: eles podem ser importantes caso você perca o dispositivo.
    • Prefira métodos mais resistentes a phishing: quando disponíveis, considere chaves de segurança ou métodos modernos de autenticação.
    • Verifique os dispositivos conectados: remova acessos que você não reconhece.
    • Use senhas diferentes: a autenticação adicional não substitui boas práticas de criação e gerenciamento de senhas.

    O Google recomenda, por exemplo, métodos como chaves de segurança e solicitações de autenticação como alternativas mais resistentes a determinados ataques envolvendo códigos enviados por SMS.

    O que os usuários podem esperar na prática?

    A principal mudança percebida é a necessidade de confirmar a identidade em determinadas situações de login, especialmente ao acessar a conta em um novo dispositivo ou quando o serviço identifica uma situação que exige verificação adicional.

    Apesar de acrescentar alguns segundos ao processo, a camada extra pode ser especialmente importante para contas que concentram e-mails, documentos, fotos, contatos e outros dados pessoais.

    Conclusão

    Saber como ativar verificação em duas etapas é uma medida prática para reduzir o impacto de senhas roubadas ou descobertas. A configuração costuma ser simples e está disponível em diversas plataformas, embora os métodos e menus possam mudar entre serviços e regiões.

    O ideal é começar pela conta de e-mail principal e pelas contas que armazenam informações importantes. Depois, ative a proteção nos demais serviços compatíveis e mantenha métodos de recuperação atualizados. Dessa forma, você não apenas dificulta acessos indevidos, como também reduz o risco de ficar sem acesso à própria conta.

    Proteja suas principais contas hoje

    Entre nas configurações de segurança do seu serviço e procure pela opção de verificação em duas etapas ou autenticação de dois fatores.

  • Como Ativar a Verificação em Duas Etapas e Proteger Suas Contas

    Como Ativar a Verificação em Duas Etapas e Proteger Suas Contas

    Senhas fortes são importantes, mas já não são suficientes para proteger todas as contas digitais. E-mail, redes sociais, serviços de armazenamento, bancos, lojas online e plataformas de trabalho podem concentrar informações pessoais e dados importantes. Por isso, aprender como ativar verificação em duas etapas é uma das medidas mais simples para aumentar a segurança de uma conta.

    Homem ativa a verificação em duas etapas para reforçar a segurança das suas contas.

    A verificação em duas etapas, também chamada de autenticação de dois fatores ou 2FA, adiciona uma segunda confirmação ao login. Assim, mesmo que alguém descubra sua senha, ainda precisará superar outra etapa de autenticação para acessar a conta. Google, Apple e Microsoft oferecem mecanismos próprios para esse tipo de proteção.

    Ative a verificação em duas etapas para proteger suas contas

    A melhor estratégia é começar pelas contas mais importantes e depois ativar a proteção nos demais serviços que oferecem o recurso. Entre elas estão a conta principal de e-mail, armazenamento em nuvem, redes sociais, plataformas financeiras e contas utilizadas para trabalho.

    Mais segurança para seus logins
    Ative a autenticação de dois fatores diretamente nas configurações oficiais da sua conta e escolha um método de verificação confiável.

    Ativar a verificação em duas etapas no Google

    Ativar a autenticação de dois fatores da Apple

    Ativar a verificação em duas etapas da Microsoft

    O que é a verificação em duas etapas?

    A verificação em duas etapas exige mais de uma evidência para confirmar que é realmente você quem está tentando entrar. Normalmente, a primeira etapa é a senha. A segunda pode ser uma notificação no celular, um código gerado por aplicativo autenticador, uma chave de segurança, uma chave de acesso ou outro método disponibilizado pelo serviço.

    Esse mecanismo reduz significativamente o risco associado ao roubo de senhas. A própria documentação do Google explica que uma segunda etapa ajuda a proteger a conta mesmo quando outra pessoa consegue descobrir a senha.

    Principais recursos de segurança

    Os métodos disponíveis variam de acordo com o serviço, país, dispositivo e tipo de conta. Entre as opções mais comuns estão:

    • Aplicativos autenticadores: geram códigos temporários usados durante o login.
    • Notificações no celular: permitem aprovar ou bloquear uma tentativa de acesso.
    • Chaves de segurança: dispositivos físicos utilizados como fator adicional de autenticação.
    • Chaves de acesso: permitem autenticação usando recursos como biometria ou bloqueio de tela em dispositivos compatíveis.
    • Códigos de recuperação: podem ajudar a recuperar o acesso quando o método principal não está disponível.

    Para quem busca proteção mais resistente a phishing, chaves de segurança e determinados métodos sem senha podem oferecer vantagens adicionais. A CISA destaca o uso de aplicativos autenticadores e chaves físicas como formas de autenticação multifator.

    Compatibilidade com diferentes dispositivos e serviços

    A autenticação em duas etapas não depende de um único sistema operacional. Ela pode estar disponível em contas acessadas por Android, iPhone, iPad, Mac, Windows e navegadores da web, dependendo do serviço utilizado.

    • Contas Google em Android, iPhone, iPad e computadores.
    • Contas Apple em iPhone, iPad e Mac.
    • Contas Microsoft em computadores e dispositivos móveis.
    • Aplicativos e serviços que oferecem autenticação por aplicativo autenticador.
    • Serviços compatíveis com chaves de segurança ou chaves de acesso.

    É importante verificar a disponibilidade diretamente no serviço utilizado, pois determinados métodos podem variar conforme o país, região, tipo de conta ou plataforma.

    Como ativar verificação em duas etapas passo a passo

    Embora os menus mudem entre plataformas, o processo geralmente segue uma lógica semelhante:

    1. Acesse a conta oficial do serviço e faça login.
    2. Abra a área de Segurança, Privacidade ou configurações da conta.
    3. Procure por Verificação em duas etapas, Autenticação de dois fatores ou MFA.
    4. Selecione o método de autenticação disponível que deseja utilizar.
    5. Siga as instruções apresentadas na tela para concluir a configuração.
    6. Cadastre uma alternativa de recuperação, quando o serviço permitir.
    7. Faça um teste de login para confirmar que a segunda etapa está funcionando.

    No Google, por exemplo, o caminho passa pela Conta do Google, pela área de segurança e pela opção de ativar a verificação em duas etapas. A Apple oferece a configuração em “Início de Sessão e Segurança”, enquanto a Microsoft disponibiliza a função na área de segurança da conta.

    Prós e contras

    • Vantagem: adiciona uma camada de proteção além da senha.
    • Vantagem: dificulta o acesso de terceiros que tenham descoberto a senha.
    • Vantagem: pode oferecer métodos mais resistentes a phishing.
    • Vantagem: normalmente funciona em diferentes dispositivos.
    • Desvantagem: o login pode exigir uma etapa adicional.
    • Desvantagem: perder o celular ou o método de autenticação pode dificultar a recuperação.

    Quais são as principais limitações?

    Ativar a proteção não significa que a conta ficou completamente imune a ataques. Golpes de phishing, roubo do dispositivo, engenharia social e perda dos métodos de recuperação continuam sendo riscos importantes.

    Também é necessário planejar a recuperação. A Microsoft, por exemplo, informa que perder o método de contato pode dificultar o acesso e recomenda manter mais de uma informação de segurança associada à conta.

    A verificação em duas etapas é gratuita?

    Na maioria dos grandes serviços, a ativação da autenticação de dois fatores faz parte dos recursos de segurança da própria conta e não exige uma assinatura específica. Entretanto, podem existir custos indiretos em determinados métodos, como tarifas da operadora para mensagens, ou custos quando o usuário decide adquirir uma chave física de segurança.

    Por isso, antes de escolher um método, vale verificar quais opções aparecem na sua própria conta e quais alternativas de recuperação estão disponíveis.

    Dicas para aproveitar melhor a proteção

    • Não compartilhe códigos: códigos de autenticação são pessoais e não devem ser enviados a terceiros.
    • Tenha uma alternativa: quando possível, configure outro método de recuperação.
    • Guarde códigos de recuperação com segurança: eles podem ser importantes caso você perca o dispositivo.
    • Prefira métodos mais resistentes a phishing: quando disponíveis, considere chaves de segurança ou métodos modernos de autenticação.
    • Verifique os dispositivos conectados: remova acessos que você não reconhece.
    • Use senhas diferentes: a autenticação adicional não substitui boas práticas de criação e gerenciamento de senhas.

    O Google recomenda, por exemplo, métodos como chaves de segurança e solicitações de autenticação como alternativas mais resistentes a determinados ataques envolvendo códigos enviados por SMS.

    O que os usuários podem esperar na prática?

    A principal mudança percebida é a necessidade de confirmar a identidade em determinadas situações de login, especialmente ao acessar a conta em um novo dispositivo ou quando o serviço identifica uma situação que exige verificação adicional.

    Apesar de acrescentar alguns segundos ao processo, a camada extra pode ser especialmente importante para contas que concentram e-mails, documentos, fotos, contatos e outros dados pessoais.

    Conclusão

    Saber como ativar verificação em duas etapas é uma medida prática para reduzir o impacto de senhas roubadas ou descobertas. A configuração costuma ser simples e está disponível em diversas plataformas, embora os métodos e menus possam mudar entre serviços e regiões.

    O ideal é começar pela conta de e-mail principal e pelas contas que armazenam informações importantes. Depois, ative a proteção nos demais serviços compatíveis e mantenha métodos de recuperação atualizados. Dessa forma, você não apenas dificulta acessos indevidos, como também reduz o risco de ficar sem acesso à própria conta.

    Proteja suas principais contas hoje

    Entre nas configurações de segurança do seu serviço e procure pela opção de verificação em duas etapas ou autenticação de dois fatores.

  • VPN no Celular: 7 Aplicativos para Navegar com Mais Privacidade em 2026

    VPN no Celular: 7 Aplicativos para Navegar com Mais Privacidade em 2026

    Usar o celular para acessar bancos, redes sociais, serviços de streaming, lojas e sites significa transmitir uma grande quantidade de dados pela internet. Em redes Wi-Fi públicas, durante viagens ou simplesmente quando você deseja reduzir a exposição do seu endereço IP, uma VPN pode adicionar uma camada extra de privacidade à conexão.

    Mas escolher uma VPN para smartphone não é apenas procurar o aplicativo com mais servidores. É importante observar política de registros, protocolos, velocidade, recursos de segurança, compatibilidade e, principalmente, a reputação da empresa responsável pelo serviço.

    Homem usa uma VPN no celular para navegar com mais privacidade e segurança.

    Em 2026, existem diversas opções para Android e iPhone. Entre elas estão NordVPN, Surfshark, ExpressVPN, Proton VPN, Private Internet Access, CyberGhost VPN e Windscribe.

    Qual VPN usar no celular?

    As sete opções apresentam propostas diferentes. Algumas priorizam desempenho e facilidade de uso, enquanto outras se destacam pela oferta gratuita ou pelas possibilidades de configuração.

    Uma análise atual do mercado feita pela TechRadar em julho de 2026 inclui NordVPN, Surfshark, ExpressVPN, Proton VPN e Private Internet Access entre suas principais opções de VPN móvel. Já o Top10VPN avaliou dezenas de aplicativos Android e destacou ExpressVPN entre as opções testadas, além de Proton VPN e Windscribe entre as alternativas gratuitas.

    Proton VPN

    Uma opção especialmente interessante para quem procura uma VPN móvel com plano gratuito e sem limite de dados, além de aplicativos de código aberto e auditados.

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    1. NordVPN

    A NordVPN é uma das VPNs mais conhecidas do mercado e oferece um aplicativo desenvolvido especificamente para dispositivos móveis. A empresa informa suporte para Android e iOS e disponibiliza recursos como conexão automática em determinadas redes, alteração da localização virtual e proteção da conexão em redes Wi-Fi públicas.

    Em avaliações independentes publicadas em 2026, a NordVPN aparece entre as principais opções para dispositivos móveis, com destaque para velocidade, segurança e facilidade de utilização.

    O aplicativo para Android atualmente exige Android 9 ou superior para a versão principal, enquanto versões anteriores possuem suporte legado limitado. No iPhone, a aplicação exige iOS 16 ou superior.

    Conhecer a NordVPN para celular

    2. Surfshark

    A Surfshark aposta em uma combinação de segurança, facilidade de uso e suporte a muitos dispositivos. A empresa informa uma rede com mais de 4.500 servidores em 100 países e aplicativos para Android e iOS.

    Um diferencial importante é o número ilimitado de conexões simultâneas incluído no serviço. Isso permite utilizar a mesma assinatura em celular, tablet, computador e outros dispositivos compatíveis.

    No Android, a empresa informa compatibilidade a partir do Android 6.0. No iOS, o aplicativo atual requer iOS 16.1 ou posterior.

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    3. ExpressVPN

    A ExpressVPN é voltada para quem procura uma experiência simples de configurar. O processo oficial consiste em instalar o aplicativo, iniciar sessão e escolher um servidor. A empresa oferece versões para Android e iOS, além de outros sistemas e dispositivos.

    No Android, o aplicativo pode ser instalado pela Google Play ou, em determinadas situações, pelo APK oficial. No iPhone e iPad, a versão atual suporta iOS 15 ou superior.

    Entre os recursos estão proteção em redes públicas, criptografia, mascaramento do endereço IP e ferramentas para reduzir determinados tipos de rastreamento. A plataforma também oferece garantia de reembolso para novos usuários em determinadas condições.

    Baixar a ExpressVPN

    4. Proton VPN

    O Proton VPN possui uma característica que o diferencia de muitas VPNs comerciais: existe uma modalidade gratuita para celulares. A empresa informa que o plano gratuito para Android e iPhone não possui anúncios, limite de velocidade ou limite de largura de banda.

    Os aplicativos são de código aberto e passam por auditorias de segurança. A versão gratuita possui limitações em relação aos recursos e servidores disponíveis nos planos pagos, mas pode ser suficiente para quem deseja testar uma VPN sem começar imediatamente por uma assinatura.

    Nos planos pagos, a Proton informa suporte a até 10 dispositivos simultaneamente e uma rede com servidores em mais de 140 países.

    Baixar o Proton VPN grátis

    5. Private Internet Access

    A Private Internet Access (PIA) é voltada para usuários que gostam de maior controle sobre a configuração da VPN. Seus aplicativos são de código aberto e oferecem protocolos como WireGuard e OpenVPN, além de recursos como kill switch e divisão de tráfego.

    A PIA possui aplicativos para Android e iOS. A documentação atual indica Android 7.0 ou superior e iOS 12.1 ou superior para os aplicativos móveis.

    Outro diferencial é o suporte a conexões simultâneas ilimitadas em uma assinatura, segundo a própria empresa.

    Baixar a PIA VPN

    6. CyberGhost VPN

    A CyberGhost VPN oferece aplicativos para Android e iOS e concentra parte de sua proposta em facilidade de conexão. O usuário instala o aplicativo, entra na conta e escolhe um servidor.

    A empresa informa uma rede em 100 países, suporte a protocolos como WireGuard, OpenVPN e IKEv2, kill switch automático e política de não registros. O serviço permite até sete dispositivos simultaneamente em uma assinatura.

    Para Android, a versão atual exige Android 7.0 ou superior; no iOS, o aplicativo requer iOS 15 ou posterior.

    A CyberGhost também oferece períodos de teste diferentes conforme a plataforma, incluindo três dias no Android e sete dias no iOS.

    Conhecer a CyberGhost VPN

    7. Windscribe

    A Windscribe é uma alternativa particularmente relevante para quem quer testar uma VPN gratuita. A empresa oferece aplicativos para Android e iOS e um plano gratuito com franquia mensal de dados. A documentação atual informa até 10 GB por mês para usuários que confirmam o endereço de e-mail; sem confirmação, o limite é menor.

    O serviço oferece diferentes protocolos, incluindo WireGuard, OpenVPN e IKEv2, além de ferramentas para bloqueio de anúncios e rastreadores. A empresa informa servidores em dezenas de países e uma política de não registro.

    Baixar a Windscribe

    O que uma VPN faz no celular?

    Uma VPN cria um túnel criptografado entre o dispositivo e um servidor operado pelo provedor. O tráfego passa por esse servidor antes de chegar ao destino, fazendo com que os sites normalmente vejam o endereço IP do servidor VPN em vez do endereço IP original do usuário.

    Isso pode ser útil especialmente em redes Wi-Fi públicas e para reduzir a exposição do endereço IP. Entretanto, uma VPN não torna o usuário completamente anônimo e não substitui antivírus, autenticação em dois fatores, atualizações de segurança ou cuidados contra phishing.

    Principais recursos para procurar em uma VPN móvel

    • Kill switch: interrompe o tráfego caso a conexão VPN caia inesperadamente.
    • Criptografia moderna: ajuda a proteger os dados transmitidos pelo dispositivo.
    • Política de registros: verifique quais informações o provedor afirma armazenar.
    • WireGuard: protocolo moderno usado por vários serviços atuais.
    • Split tunneling: permite definir quais aplicativos utilizam a VPN em serviços que oferecem esse recurso.
    • Proteção em Wi-Fi: pode ativar automaticamente a VPN ao entrar em determinadas redes.
    • Compatibilidade: confira a versão mínima do Android ou iOS antes de instalar.

    Como usar uma VPN no celular

    1. Escolha um provedor confiável.
    2. Crie uma conta quando necessário.
    3. Baixe o aplicativo pela Google Play, App Store ou site oficial.
    4. Abra o aplicativo e faça login.
    5. Permita a configuração da conexão VPN quando o sistema solicitar.
    6. Escolha um servidor ou utilize a opção de conexão rápida.
    7. Confirme que o aplicativo indica que a VPN está conectada.

    O processo é semelhante nos principais aplicativos. Proton, Surfshark, PIA, ExpressVPN e CyberGhost documentam oficialmente essa sequência de instalação e conexão.

    VPN gratuita ou paga: qual a diferença?

    Existem VPNs gratuitas legítimas, mas elas normalmente apresentam limitações de servidores, velocidade, dados ou recursos. Proton VPN, por exemplo, oferece uma modalidade gratuita sem limite de dados, enquanto Windscribe utiliza uma franquia mensal.

    Os serviços pagos normalmente oferecem redes maiores, mais opções de localização, recursos adicionais e maior flexibilidade. Por isso, o usuário deve avaliar o que realmente precisa antes de contratar uma assinatura.

    É seguro usar uma VPN no celular?

    Uma VPN confiável pode aumentar a proteção da conexão, mas é importante entender que você está transferindo parte da confiança do provedor de internet para a empresa responsável pela VPN. Por isso, políticas de privacidade, auditorias, transparência e histórico da empresa são fatores relevantes.

    Também vale evitar aplicativos desconhecidos que prometem “VPN ilimitada e totalmente gratuita” sem explicar claramente como financiam o serviço. Uma VPN precisa de infraestrutura para funcionar, e a ausência de cobrança não significa automaticamente ausência de custos ou riscos.

    Vantagens e limitações

    • Vantagens: criptografia da conexão, mascaramento do IP, maior proteção em redes públicas e possibilidade de escolher servidores em diferentes regiões.
    • Limitações: pode reduzir a velocidade em determinadas conexões, aumentar o consumo de bateria e não impede todos os tipos de rastreamento.
    • Limitação regional: alguns serviços ou servidores podem não estar disponíveis em determinados países.
    • Privacidade: uma VPN não substitui práticas como senhas fortes, autenticação em dois fatores e atualização do sistema.

    Como escolher entre as 7 opções?

    Em vez de procurar uma única “melhor VPN”, considere o que você pretende fazer. Para quem prioriza uma opção gratuita, Proton VPN e Windscribe possuem modalidades sem cobrança. Para quem procura múltiplos dispositivos, Surfshark e PIA oferecem suporte amplo a conexões simultâneas. Quem prefere uma configuração simples pode considerar serviços como NordVPN, ExpressVPN ou CyberGhost.

    Essas diferenças também aparecem em avaliações independentes de 2026, que analisam velocidade, segurança, streaming, facilidade de uso e preço sob critérios distintos.

    Avaliação e percepção dos usuários

    Os principais aplicativos possuem grande presença nas lojas oficiais. A Surfshark, por exemplo, informa milhões de downloads globais e avaliações de usuários em Google Play e App Store; outras plataformas também acumulam grandes volumes de avaliações.

    Entretanto, avaliações de loja devem ser analisadas junto com recursos, compatibilidade, política de privacidade e necessidades individuais. Uma VPN excelente para streaming pode não ser a mais adequada para quem prioriza um plano gratuito, por exemplo.

    Conclusão

    Os melhores VPN para celular não são necessariamente aqueles que oferecem mais servidores ou o menor preço. A escolha depende do equilíbrio entre privacidade, velocidade, facilidade de uso, compatibilidade e recursos que você realmente pretende utilizar.

    NordVPN, Surfshark, ExpressVPN, Proton VPN, PIA, CyberGhost e Windscribe representam abordagens diferentes dentro do mercado atual. Antes de instalar qualquer uma, confira a versão mínima do sistema, leia as condições do plano e baixe o aplicativo somente de uma fonte oficial.

    Para quem está começando, testar uma modalidade gratuita ou um período de avaliação pode ser uma maneira prática de entender como a VPN funciona no seu próprio celular antes de assumir um compromisso maior.

    Proteja sua conexão móvel

    Escolha uma VPN compatível com seu Android ou iPhone, instale o aplicativo oficial e teste a conexão antes de decidir se precisa de um plano pago.

    NordVPN · Surfshark · ExpressVPN · Proton VPN · PIA · CyberGhost · Windscribe

  • Antivírus para Celular: 6 Opções e Como Escolher uma Proteção Confiável

    Antivírus para Celular: 6 Opções e Como Escolher uma Proteção Confiável

    O celular deixou de ser apenas um dispositivo para chamadas e mensagens. Hoje, smartphones armazenam fotos, documentos, senhas, dados bancários, contas de redes sociais e informações pessoais. Por isso, procurar um antivírus para celular pode fazer sentido para quem quer adicionar uma camada extra de proteção contra malware, phishing, aplicativos suspeitos, golpes e sites maliciosos.

    Homem reforça a proteção do celular contra vírus, golpes e ameaças digitais.

    Mas existe uma diferença importante entre Android e iPhone. No Android, aplicativos de segurança podem atuar diretamente sobre aplicativos e ameaças instaladas. No iOS, as restrições do sistema fazem com que os aplicativos de segurança tenham funções diferentes, geralmente concentradas em proteção contra sites, golpes, chamadas, vazamentos e privacidade.

    Além disso, quem usa Android já conta com o Google Play Protect, que verifica aplicativos antes e depois da instalação, inclusive aqueles obtidos fora da Google Play, podendo alertar, desativar ou remover aplicativos considerados nocivos.

    6 opções de antivírus para celular que vale conhecer

    Não existe uma única solução ideal para todos os usuários. A escolha depende do sistema operacional, do nível de proteção desejado e de quais recursos adicionais são importantes. Em testes realizados pela AV-TEST em maio de 2026, produtos como Avast, AVG, Avira, Bitdefender, Norton e Sophos receberam pontuação máxima nas categorias avaliadas, enquanto o Google Play Protect obteve 5,5 pontos em proteção e 6 em desempenho e usabilidade.

    • Bitdefender Mobile Security: opção voltada principalmente para Android, com proteção contra malware, phishing, golpes, recursos antirroubo e proteção web.
    • Norton Mobile Security: oferece proteção contra ameaças móveis e ferramentas específicas para identificar golpes e aplicativos potencialmente perigosos.
    • Avast One: reúne antivírus, proteção web, ferramentas contra golpes e recursos de privacidade, com opção gratuita.
    • AVG Mobile Security: oferece proteção gratuita no Android, verificação contra malware, proteção web e ferramentas adicionais de segurança.
    • Malwarebytes Mobile Security: combina proteção contra ameaças com recursos contra golpes, links suspeitos, chamadas e problemas de privacidade.
    • Sophos Intercept X for Mobile: alternativa gratuita para Android e iOS, com proteção de dispositivo, aplicativos e rede.

    Bitdefender Mobile Security

    O Bitdefender Mobile Security é uma solução especialmente direcionada a smartphones e tablets Android. Entre seus recursos estão verificação de malware em tempo real, proteção contra sites de phishing, ferramenta antirroubo e bloqueio de chamadas indesejadas. A empresa informa que o aplicativo utiliza tecnologia baseada em nuvem para reduzir o impacto sobre bateria e desempenho.

    Acessar o Bitdefender Mobile Security

    Norton Mobile Security

    O Norton oferece versões de segurança para Android e iOS. No Android, a solução inclui proteção contra malware e recursos para identificar aplicativos potencialmente perigosos antes do download. A plataforma também possui proteção contra golpes e pode fazer parte de pacotes Norton 360 que cobrem outros dispositivos.

    Acessar o Norton para Android | Acessar o Norton para iPhone e iPad

    Avast One

    O Avast está passando por uma mudança importante em 2026: o antigo Avast Mobile Security está sendo substituído gradualmente pelo novo Avast One. As novas instalações para Android e iOS passam a utilizar o Avast One, que reúne antivírus, proteção web, recursos contra golpes e ferramentas de privacidade. A versão essencial pode ser utilizada gratuitamente, enquanto recursos adicionais ficam disponíveis em planos pagos.

    Conhecer o Avast One

    AVG Mobile Security

    O AVG oferece proteção gratuita para Android com recursos como verificação contra malware, análise de vulnerabilidades, proteção contra links perigosos e verificação de redes Wi-Fi. Também possui versão para iPhone e iPad, embora os recursos disponíveis sejam diferentes devido às características do iOS.

    Conhecer o AVG para Android | Conhecer o AVG para iPhone e iPad

    Malwarebytes Mobile Security

    O Malwarebytes segue uma abordagem mais ampla de segurança móvel. No Android, oferece proteção web, verificação e remoção de ameaças e proteção contra mensagens fraudulentas. No iOS, acrescenta recursos como bloqueio de anúncios e rastreadores e proteção de chamadas. A empresa também oferece recursos adicionais de privacidade e identidade em seus planos pagos.

    Conhecer o Malwarebytes Mobile Security

    Sophos Intercept X for Mobile

    O Sophos Intercept X for Mobile é uma alternativa que atende Android e iOS. A solução oferece proteção de dispositivo, aplicativos e rede e utiliza tecnologia de aprendizado profundo para identificar ameaças. A Sophos informa que a versão não gerenciada do aplicativo é gratuita para Android e iOS.

    Conhecer o Sophos Intercept X for Mobile

    Como escolher um antivírus para celular?

    Antes de instalar qualquer aplicativo de segurança, vale verificar quais ameaças você realmente quer combater. Para muitos usuários Android, o Play Protect já fornece uma camada básica importante. Um aplicativo adicional pode fazer mais sentido quando o usuário instala aplicativos de fontes externas, acessa muitos links desconhecidos ou procura recursos extras de privacidade e proteção contra golpes.

    • Se usa Android: verifique primeiro o Play Protect e depois compare os recursos adicionais oferecidos pelo aplicativo escolhido.
    • Se usa iPhone: procure soluções focadas em proteção web, golpes, chamadas, privacidade e vazamento de dados.
    • Se quer uma opção gratuita: Avast One, AVG e Sophos possuem alternativas gratuitas, embora os recursos variem.
    • Se procura proteção mais ampla: considere soluções que combinam antivírus com proteção web, antirroubo, privacidade e recursos contra golpes.
    • Se possui vários dispositivos: pode ser mais econômico analisar pacotes que protegem celular, computador e outros equipamentos na mesma assinatura.

    Como instalar e configurar

    1. Escolha a solução: compare recursos, sistema operacional e modelo gratuito ou pago.
    2. Use a loja oficial: baixe o aplicativo pela Google Play ou App Store sempre que ele estiver disponível por esses canais.
    3. Revise as permissões: conceda somente os acessos necessários para o funcionamento dos recursos escolhidos.
    4. Execute a configuração inicial: ative as ferramentas de proteção recomendadas pelo aplicativo.
    5. Mantenha o app atualizado: atualizações são importantes porque as ameaças também mudam continuamente.
    6. Não ignore alertas: quando o aplicativo identificar um site, aplicativo ou mensagem suspeita, analise o aviso antes de prosseguir.

    É realmente necessário instalar um antivírus no celular?

    Não necessariamente. No Android, o Google Play Protect já é integrado ao sistema e permanece ativo por padrão. Ele verifica aplicativos, procura comportamentos nocivos e pode bloquear ou remover ameaças.

    O benefício de uma solução adicional está principalmente nos recursos extras. Dependendo do aplicativo, eles podem incluir proteção web, bloqueio de chamadas, detecção de golpes, proteção de identidade, VPN, antirroubo e ferramentas de privacidade.

    No iPhone, a situação é diferente. O modelo de segurança do iOS limita o acesso dos aplicativos ao sistema, por isso não se deve esperar de um aplicativo de segurança tradicional o mesmo tipo de varredura disponível no Android. Nesse caso, recursos contra phishing, sites maliciosos, golpes e vazamentos podem ser mais relevantes.

    Prós e limitações

    As principais vantagens de utilizar uma solução de segurança adicional incluem:

    • Camada extra contra malware e sites maliciosos.
    • Proteção contra phishing e golpes online.
    • Ferramentas de privacidade e segurança de identidade em algumas soluções.
    • Recursos antirroubo e localização em determinados aplicativos.
    • Opções gratuitas para usuários que não querem contratar uma assinatura.

    Por outro lado, existem limitações. Alguns recursos são pagos, determinados aplicativos exibem anúncios na versão gratuita e a experiência pode variar entre Android e iOS. Além disso, nenhum aplicativo elimina a necessidade de manter o sistema atualizado, utilizar senhas fortes e desconfiar de links, arquivos e mensagens inesperadas.

    Avaliação dos usuários e testes independentes

    Além das avaliações nas lojas de aplicativos, testes independentes ajudam a criar uma visão mais objetiva. A AV-TEST avaliou 12 produtos de segurança Android em maio de 2026, considerando proteção, desempenho e usabilidade. Avast, AVG, Avira, Bitdefender, F-Secure, Kaspersky, McAfee, Norton e Sophos, entre outros, receberam 6 pontos nas três categorias nessa rodada de testes. O Google Play Protect recebeu 5,5 em proteção e 6 em desempenho e usabilidade.

    Esses resultados não significam que todos os aplicativos sejam equivalentes em recursos, preço ou experiência. Eles mostram apenas o desempenho observado dentro da metodologia específica do teste.

    Conclusão

    Escolher um antivírus para celular atualmente envolve mais do que procurar um aplicativo que simplesmente “detecte vírus”. Segurança web, proteção contra golpes, privacidade, chamadas suspeitas e recursos antirroubo também podem ser importantes.

    Para Android, soluções como Bitdefender, Norton, Avast One, AVG, Malwarebytes e Sophos oferecem diferentes níveis de proteção e recursos adicionais. Para iOS, é fundamental observar quais funções são realmente compatíveis com as limitações do sistema.

    O mais importante é baixar aplicativos de fontes oficiais, manter o sistema atualizado e não tratar nenhum antivírus como substituto de hábitos seguros. Uma boa solução de segurança funciona melhor quando complementa, e não substitui, a atenção do próprio usuário.

    Proteja seu celular com uma camada extra de segurança

    Compare os recursos disponíveis para Android e iOS e escolha uma solução compatível com a forma como você usa seu smartphone.

    Conhecer o Bitdefender

    Conhecer o Norton

    Conhecer o Avast One

    Conhecer o Malwarebytes

    Conhecer o Sophos Intercept X

  • Antivírus para Celular: 6 Opções e Como Escolher uma Proteção Confiável

    Antivírus para Celular: 6 Opções e Como Escolher uma Proteção Confiável

    O celular deixou de ser apenas um dispositivo para chamadas e mensagens. Hoje, smartphones armazenam fotos, documentos, senhas, dados bancários, contas de redes sociais e informações pessoais. Por isso, procurar um antivírus para celular pode fazer sentido para quem quer adicionar uma camada extra de proteção contra malware, phishing, aplicativos suspeitos, golpes e sites maliciosos.

    Homem reforça a proteção do celular contra vírus, golpes e ameaças digitais.

    Mas existe uma diferença importante entre Android e iPhone. No Android, aplicativos de segurança podem atuar diretamente sobre aplicativos e ameaças instaladas. No iOS, as restrições do sistema fazem com que os aplicativos de segurança tenham funções diferentes, geralmente concentradas em proteção contra sites, golpes, chamadas, vazamentos e privacidade.

    Além disso, quem usa Android já conta com o Google Play Protect, que verifica aplicativos antes e depois da instalação, inclusive aqueles obtidos fora da Google Play, podendo alertar, desativar ou remover aplicativos considerados nocivos.

    6 opções de antivírus para celular que vale conhecer

    Não existe uma única solução ideal para todos os usuários. A escolha depende do sistema operacional, do nível de proteção desejado e de quais recursos adicionais são importantes. Em testes realizados pela AV-TEST em maio de 2026, produtos como Avast, AVG, Avira, Bitdefender, Norton e Sophos receberam pontuação máxima nas categorias avaliadas, enquanto o Google Play Protect obteve 5,5 pontos em proteção e 6 em desempenho e usabilidade.

    • Bitdefender Mobile Security: opção voltada principalmente para Android, com proteção contra malware, phishing, golpes, recursos antirroubo e proteção web.
    • Norton Mobile Security: oferece proteção contra ameaças móveis e ferramentas específicas para identificar golpes e aplicativos potencialmente perigosos.
    • Avast One: reúne antivírus, proteção web, ferramentas contra golpes e recursos de privacidade, com opção gratuita.
    • AVG Mobile Security: oferece proteção gratuita no Android, verificação contra malware, proteção web e ferramentas adicionais de segurança.
    • Malwarebytes Mobile Security: combina proteção contra ameaças com recursos contra golpes, links suspeitos, chamadas e problemas de privacidade.
    • Sophos Intercept X for Mobile: alternativa gratuita para Android e iOS, com proteção de dispositivo, aplicativos e rede.

    Bitdefender Mobile Security

    O Bitdefender Mobile Security é uma solução especialmente direcionada a smartphones e tablets Android. Entre seus recursos estão verificação de malware em tempo real, proteção contra sites de phishing, ferramenta antirroubo e bloqueio de chamadas indesejadas. A empresa informa que o aplicativo utiliza tecnologia baseada em nuvem para reduzir o impacto sobre bateria e desempenho.

    Acessar o Bitdefender Mobile Security

    Norton Mobile Security

    O Norton oferece versões de segurança para Android e iOS. No Android, a solução inclui proteção contra malware e recursos para identificar aplicativos potencialmente perigosos antes do download. A plataforma também possui proteção contra golpes e pode fazer parte de pacotes Norton 360 que cobrem outros dispositivos.

    Acessar o Norton para Android | Acessar o Norton para iPhone e iPad

    Avast One

    O Avast está passando por uma mudança importante em 2026: o antigo Avast Mobile Security está sendo substituído gradualmente pelo novo Avast One. As novas instalações para Android e iOS passam a utilizar o Avast One, que reúne antivírus, proteção web, recursos contra golpes e ferramentas de privacidade. A versão essencial pode ser utilizada gratuitamente, enquanto recursos adicionais ficam disponíveis em planos pagos.

    Conhecer o Avast One

    AVG Mobile Security

    O AVG oferece proteção gratuita para Android com recursos como verificação contra malware, análise de vulnerabilidades, proteção contra links perigosos e verificação de redes Wi-Fi. Também possui versão para iPhone e iPad, embora os recursos disponíveis sejam diferentes devido às características do iOS.

    Conhecer o AVG para Android | Conhecer o AVG para iPhone e iPad

    Malwarebytes Mobile Security

    O Malwarebytes segue uma abordagem mais ampla de segurança móvel. No Android, oferece proteção web, verificação e remoção de ameaças e proteção contra mensagens fraudulentas. No iOS, acrescenta recursos como bloqueio de anúncios e rastreadores e proteção de chamadas. A empresa também oferece recursos adicionais de privacidade e identidade em seus planos pagos.

    Conhecer o Malwarebytes Mobile Security

    Sophos Intercept X for Mobile

    O Sophos Intercept X for Mobile é uma alternativa que atende Android e iOS. A solução oferece proteção de dispositivo, aplicativos e rede e utiliza tecnologia de aprendizado profundo para identificar ameaças. A Sophos informa que a versão não gerenciada do aplicativo é gratuita para Android e iOS.

    Conhecer o Sophos Intercept X for Mobile

    Como escolher um antivírus para celular?

    Antes de instalar qualquer aplicativo de segurança, vale verificar quais ameaças você realmente quer combater. Para muitos usuários Android, o Play Protect já fornece uma camada básica importante. Um aplicativo adicional pode fazer mais sentido quando o usuário instala aplicativos de fontes externas, acessa muitos links desconhecidos ou procura recursos extras de privacidade e proteção contra golpes.

    • Se usa Android: verifique primeiro o Play Protect e depois compare os recursos adicionais oferecidos pelo aplicativo escolhido.
    • Se usa iPhone: procure soluções focadas em proteção web, golpes, chamadas, privacidade e vazamento de dados.
    • Se quer uma opção gratuita: Avast One, AVG e Sophos possuem alternativas gratuitas, embora os recursos variem.
    • Se procura proteção mais ampla: considere soluções que combinam antivírus com proteção web, antirroubo, privacidade e recursos contra golpes.
    • Se possui vários dispositivos: pode ser mais econômico analisar pacotes que protegem celular, computador e outros equipamentos na mesma assinatura.

    Como instalar e configurar

    1. Escolha a solução: compare recursos, sistema operacional e modelo gratuito ou pago.
    2. Use a loja oficial: baixe o aplicativo pela Google Play ou App Store sempre que ele estiver disponível por esses canais.
    3. Revise as permissões: conceda somente os acessos necessários para o funcionamento dos recursos escolhidos.
    4. Execute a configuração inicial: ative as ferramentas de proteção recomendadas pelo aplicativo.
    5. Mantenha o app atualizado: atualizações são importantes porque as ameaças também mudam continuamente.
    6. Não ignore alertas: quando o aplicativo identificar um site, aplicativo ou mensagem suspeita, analise o aviso antes de prosseguir.

    É realmente necessário instalar um antivírus no celular?

    Não necessariamente. No Android, o Google Play Protect já é integrado ao sistema e permanece ativo por padrão. Ele verifica aplicativos, procura comportamentos nocivos e pode bloquear ou remover ameaças.

    O benefício de uma solução adicional está principalmente nos recursos extras. Dependendo do aplicativo, eles podem incluir proteção web, bloqueio de chamadas, detecção de golpes, proteção de identidade, VPN, antirroubo e ferramentas de privacidade.

    No iPhone, a situação é diferente. O modelo de segurança do iOS limita o acesso dos aplicativos ao sistema, por isso não se deve esperar de um aplicativo de segurança tradicional o mesmo tipo de varredura disponível no Android. Nesse caso, recursos contra phishing, sites maliciosos, golpes e vazamentos podem ser mais relevantes.

    Prós e limitações

    As principais vantagens de utilizar uma solução de segurança adicional incluem:

    • Camada extra contra malware e sites maliciosos.
    • Proteção contra phishing e golpes online.
    • Ferramentas de privacidade e segurança de identidade em algumas soluções.
    • Recursos antirroubo e localização em determinados aplicativos.
    • Opções gratuitas para usuários que não querem contratar uma assinatura.

    Por outro lado, existem limitações. Alguns recursos são pagos, determinados aplicativos exibem anúncios na versão gratuita e a experiência pode variar entre Android e iOS. Além disso, nenhum aplicativo elimina a necessidade de manter o sistema atualizado, utilizar senhas fortes e desconfiar de links, arquivos e mensagens inesperadas.

    Avaliação dos usuários e testes independentes

    Além das avaliações nas lojas de aplicativos, testes independentes ajudam a criar uma visão mais objetiva. A AV-TEST avaliou 12 produtos de segurança Android em maio de 2026, considerando proteção, desempenho e usabilidade. Avast, AVG, Avira, Bitdefender, F-Secure, Kaspersky, McAfee, Norton e Sophos, entre outros, receberam 6 pontos nas três categorias nessa rodada de testes. O Google Play Protect recebeu 5,5 em proteção e 6 em desempenho e usabilidade.

    Esses resultados não significam que todos os aplicativos sejam equivalentes em recursos, preço ou experiência. Eles mostram apenas o desempenho observado dentro da metodologia específica do teste.

    Conclusão

    Escolher um antivírus para celular atualmente envolve mais do que procurar um aplicativo que simplesmente “detecte vírus”. Segurança web, proteção contra golpes, privacidade, chamadas suspeitas e recursos antirroubo também podem ser importantes.

    Para Android, soluções como Bitdefender, Norton, Avast One, AVG, Malwarebytes e Sophos oferecem diferentes níveis de proteção e recursos adicionais. Para iOS, é fundamental observar quais funções são realmente compatíveis com as limitações do sistema.

    O mais importante é baixar aplicativos de fontes oficiais, manter o sistema atualizado e não tratar nenhum antivírus como substituto de hábitos seguros. Uma boa solução de segurança funciona melhor quando complementa, e não substitui, a atenção do próprio usuário.

    Proteja seu celular com uma camada extra de segurança

    Compare os recursos disponíveis para Android e iOS e escolha uma solução compatível com a forma como você usa seu smartphone.

    Conhecer o Bitdefender

    Conhecer o Norton

    Conhecer o Avast One

    Conhecer o Malwarebytes

    Conhecer o Sophos Intercept X

  • 7 Formas de Proteger o Celular Contra Golpes e Invasões

    7 Formas de Proteger o Celular Contra Golpes e Invasões

    O celular concentra mensagens, fotos, documentos, contas bancárias e acessos a diferentes serviços. Por isso, a segurança do celular depende de uma combinação de cuidados simples, configurações do aparelho e atenção aos golpes que tentam enganar o usuário.

    Não existe uma única configuração capaz de impedir todas as ameaças. A proteção fica mais eficiente quando o usuário reduz as possibilidades de acesso indevido, mantém o sistema atualizado e evita entregar senhas ou códigos para pessoas mal-intencionadas.

    Como melhorar a segurança do celular?

    Uma estratégia eficiente começa pela proteção do próprio aparelho. Senha ou biometria, atualizações, bloqueio remoto, autenticação adicional e controle sobre aplicativos formam camadas diferentes de defesa.

    Também é importante proteger o comportamento de uso. Links inesperados, pedidos urgentes de pagamento, mensagens que imitam bancos e aplicativos instalados fora das lojas oficiais podem abrir caminhos para golpes.

    O objetivo não é tornar o celular impossível de atacar, mas dificultar o acesso indevido e reduzir o impacto caso alguma tentativa de fraude aconteça.

    1. Use uma senha forte e biometria

    A tela de bloqueio é uma das primeiras barreiras contra o acesso físico ao aparelho. Em vez de utilizar combinações fáceis de adivinhar, prefira uma senha ou código que não tenha relação evidente com aniversário, telefone ou outras informações públicas.

    A biometria pode facilitar o uso diário e acrescentar uma camada adicional de autenticação. Em aparelhos compatíveis, recursos como reconhecimento facial ou impressão digital também podem proteger determinados aplicativos e operações.

    Evite compartilhar o código de desbloqueio, mesmo com pessoas conhecidas, especialmente quando o celular possui aplicativos bancários, e-mail principal e outras contas importantes.

    2. Mantenha o sistema e os aplicativos atualizados

    Atualizações não servem apenas para adicionar funções. Elas também podem corrigir vulnerabilidades de segurança que poderiam ser exploradas por páginas maliciosas, aplicativos ou outros métodos de ataque.

    A Apple, por exemplo, publicou em 2026 atualizações de segurança para corrigir vulnerabilidades que poderiam afetar usuários de versões antigas do iOS. A empresa recomenda manter o sistema atualizado para receber as proteções mais recentes.

    No Android, o procedimento também envolve manter o sistema e os aplicativos recebendo atualizações. Quando uma atualização de segurança estiver disponível, adiar indefinidamente sua instalação pode manter vulnerabilidades conhecidas expostas.

    3. Ative a autenticação em duas etapas nas contas importantes

    Mesmo que uma senha seja descoberta, a autenticação em dois fatores pode impedir que um invasor entre diretamente na conta. O segundo fator pode envolver aplicativo autenticador, chave de segurança ou outro método compatível.

    Priorize contas que funcionam como portas de entrada para outros serviços. E-mail principal, conta Apple ou Google, bancos e plataformas que armazenam documentos merecem atenção especial.

    Quando houver opção, prefira métodos de autenticação mais resistentes a phishing. A Apple, por exemplo, oferece suporte a chaves de segurança físicas para proteger a Conta Apple contra tentativas de phishing e engenharia social.

    4. Instale aplicativos somente de fontes confiáveis

    Um aplicativo aparentemente legítimo pode ser usado para tentar capturar dados, exibir telas falsas ou obter permissões desnecessárias. Por isso, a origem do aplicativo deve ser verificada antes da instalação.

    No Android, dê preferência à Google Play. No iPhone, utilize a App Store. O próprio governo federal recomenda o uso das lojas oficiais para o aplicativo gov.br e destaca mecanismos destinados a reduzir riscos de aplicativos maliciosos.

    Também desconfie de links enviados por mensagens que prometem versões modificadas, benefícios exclusivos, atualizações urgentes ou aplicativos que supostamente resolveriam problemas no aparelho.

    5. Desconfie de mensagens que pedem urgência

    Golpes costumam explorar pressão emocional. Uma mensagem pode afirmar que uma conta será bloqueada, que uma compra precisa ser confirmada ou que um familiar está enfrentando uma emergência.

    Em vez de tocar no link imediatamente, interrompa o fluxo e procure o serviço por um canal conhecido. Abra o aplicativo oficial, digite o endereço manualmente ou entre em contato usando um número obtido diretamente da empresa.

    Nunca informe senhas, códigos de autenticação ou dados bancários apenas porque uma mensagem parece vir de uma empresa conhecida. O nome exibido na tela não é suficiente para provar a identidade de quem enviou o contato.

    6. Prepare o celular para roubo ou perda

    A proteção precisa continuar funcionando mesmo quando o aparelho desaparece. Ative os recursos de localização e bloqueio remoto oferecidos pelo sistema operacional e mantenha as credenciais de recuperação acessíveis.

    No Brasil, o programa Celular Seguro permite cadastrar aparelhos e oferece mecanismos para registrar roubo ou furto e acionar bloqueios relacionados ao dispositivo, à linha e a instituições parceiras.

    Também é recomendável saber previamente como bloquear ou apagar o aparelho remotamente. Em uma situação de roubo, ter que descobrir esses procedimentos pela primeira vez pode atrasar medidas importantes.

    7. Revise permissões e acessos dos aplicativos

    Aplicativos podem solicitar acesso à câmera, microfone, localização, contatos, fotos e outros recursos. Nem toda solicitação é necessária para a função principal do aplicativo.

    Revise periodicamente as permissões concedidas e remova aquelas que não fazem sentido. Também elimine aplicativos que você não utiliza mais, principalmente quando foram instalados para uma finalidade temporária.

    Essa revisão ajuda a reduzir a quantidade de aplicativos com acesso a informações ou recursos do aparelho. Quanto menos permissões desnecessárias existirem, menor é a superfície de exposição.

    Como reconhecer uma tentativa de golpe?

    Alguns sinais aparecem com frequência: urgência exagerada, promessa de dinheiro, ameaça de bloqueio, pedido de código, endereço estranho, cobrança inesperada ou solicitação para instalar um aplicativo.

    Outra técnica comum é imitar a identidade visual de bancos, empresas, órgãos públicos ou pessoas conhecidas. Uma mensagem pode parecer legítima e ainda assim direcionar para uma página falsa criada para capturar informações.

    Quando houver dúvida, não continue a conversa pelo mesmo canal. Procure a instituição diretamente e confirme se a solicitação realmente existe antes de realizar qualquer ação.

    O que fazer se o celular for roubado?

    A prioridade é reduzir rapidamente o acesso ao dispositivo e às contas. Utilize os recursos de localização e bloqueio disponíveis e, quando apropriado, apague os dados remotamente.

    O Ministério da Justiça orienta também alterar senhas de e-mail, redes sociais, aplicativos de mensagens e contas armazenadas no aparelho. O órgão recomenda ainda acompanhar movimentações bancárias e outras atividades relacionadas aos dados pessoais.

    No Brasil, o Celular Seguro pode ajudar no registro do roubo ou furto e no acionamento de bloqueios disponíveis pelo programa. Depois disso, também é importante comunicar o banco e registrar a ocorrência conforme a situação.

    Erros que podem facilitar uma invasão

    Um dos erros mais comuns é utilizar a mesma senha em diversos serviços. Quando uma credencial é exposta, outros acessos podem ficar vulneráveis.

    Também é arriscado deixar o aparelho sem bloqueio, instalar aplicativos desconhecidos ou entregar códigos de autenticação para alguém que entrou em contato por mensagem.

    Outro problema é acreditar que uma conta bancária está protegida apenas porque o aplicativo possui biometria. A segurança depende também do sistema operacional, da conta principal, do e-mail associado e da forma como o usuário reage a tentativas de fraude.

    Checklist prático

    • Configure uma senha forte para desbloquear o aparelho.
    • Ative a biometria quando ela estiver disponível e adequada ao seu dispositivo.
    • Mantenha o sistema operacional e os aplicativos atualizados.
    • Ative autenticação em dois fatores nas contas mais importantes.
    • Instale aplicativos somente de fontes confiáveis e lojas oficiais.
    • Não compartilhe senhas ou códigos recebidos por SMS ou aplicativos de autenticação.
    • Ative recursos de localização, bloqueio e apagamento remoto.
    • Revise periodicamente as permissões concedidas aos aplicativos.
    • Cadastre o aparelho no Celular Seguro para agilizar medidas em caso de roubo ou furto.

    Conclusão

    Proteger um celular não depende de uma única ferramenta. A combinação entre bloqueio forte, atualizações, autenticação adicional, aplicativos confiáveis e atenção aos golpes cria uma barreira mais consistente contra diferentes tipos de ameaça.

    Também é importante planejar o que fazer antes de um problema acontecer. Saber como localizar, bloquear ou apagar o aparelho e quais contas precisam ter suas senhas alteradas pode reduzir bastante o impacto de uma perda ou roubo.

    A melhor proteção é aquela incorporada à rotina. Pequenas verificações feitas regularmente ajudam a reduzir oportunidades para golpes, invasões e acessos indevidos sem transformar o uso do celular em uma tarefa complicada.

    Perguntas Frequentes

    Qual é a principal medida para proteger o celular?

    Não existe uma única medida suficiente. Usar um bloqueio forte, manter o sistema atualizado e proteger as principais contas com autenticação adicional são pontos fundamentais.

    É seguro instalar aplicativos fora da loja oficial?

    Instalações fora das lojas oficiais aumentam os riscos e exigem mais cuidado com a origem e as permissões do aplicativo. Para a maioria dos usuários, as lojas oficiais são a opção mais segura.

    Devo fornecer um código recebido por SMS para alguém?

    Não. Códigos de autenticação são usados para confirmar sua identidade e não devem ser compartilhados com terceiros, mesmo que a pessoa alegue representar uma empresa.

    O que fazer se eu perder o celular?

    Use imediatamente os recursos de localização e bloqueio remoto. Depois, proteja suas contas, altere senhas importantes, comunique instituições financeiras quando necessário e registre o ocorrido.

    O Celular Seguro realmente ajuda em caso de roubo?

    Sim. O programa do Ministério da Justiça permite cadastrar aparelhos e oferece mecanismos para comunicar roubo ou furto e acionar bloqueios disponíveis para o dispositivo, a linha e instituições parceiras.

    Atualizar o celular melhora a segurança?

    Sim. Atualizações podem corrigir vulnerabilidades conhecidas e acrescentar mecanismos de proteção. Por isso, manter o sistema operacional atualizado é uma das medidas básicas de segurança.

    Referências úteis

    As configurações de segurança, recursos dos sistemas e procedimentos das empresas podem mudar. Sempre consulte as orientações oficiais do fabricante, instituição financeira ou serviço envolvido antes de realizar alterações importantes.